METAS SUPERESTIMADAS E CORTE NO CUSTEIO LEVAM CNASI E ASSINAGRO A REIVINDICAR REVISÃO DA AVALIAÇÃO DE GDARA E GDAPA PARA 2013

No dia 30 de março de 2012, com um mês de atraso, a direção do Incra publicou no Diário Oficial da União (DOU) metas difíceis de serem cumpridas pela autarquia. Para piorar a situação, o corte de cerca de R$ 350 milhões no custeio das ações da autarquia, determinado pela Presidência da República, tornou impossível o cumprimento das metas institucionais. Diante disso, a Cnasi e Assinagro vão encaminhar ofício à Presidência do Incra expondo essas dificuldades e reivindicando a revisão das metas da instituição para 2012, com consequênte rebatimento na avaliação de Gdara / Gdapa em 2013.

Na avaliação das entidades, se as metas do órgão são definidas com e por critérios políticos – sendo que seu cumprimento é também político (já que para cumpri-la necessita-se de recursos correspondentes, pessoal em número suficiente e qualificado, equipamentos e infraestrutura adequados) e, como tal, isso está fora da governabilidade dos servidores –, logicamente elas não devem se refletir na renumeração dos profissionais do Incra. Assim, o corte de recursos está fora da governabilidade dos servidores e, portanto, é de se esperar que eles (servidores) não sejam penalizados com redução de suas remunerações com o não cumprimento de metas pela autarquia.

Na atual situação de corte de custeio e mantidas as atuais metas, os servidores serão altamente prejudicados, pois suas remunerações estão diretamente ligadas a metas irrealizáveis por um reduzido quadro de profissionais, com baixa estima, sem recursos suficientes, ineficiente estrutura e equipamentos tecnologicamente atrasados. (Material atualizado às 16h, de 16.04.2012)

Saiba mais no http://www.cnasi.org.br/


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